Publicado por: timoteopinto | julho 10, 2015

Discordian Memes

“Boa tarde senhor, desculpe incomodar mas peço um minutinho de sua atenção.

Eu podia tá floodando, eu podia tá trollando, podia estar attwhorando. Mas não estou, estou aqui pedindo honestamente, em nome de Nosso Senhor Google, uma ajuda de você que está ai do outro lado da tela.

Eu faço parte de uma página chamada Discordian Memes que procura ajudar os ex-adms da antiga página Meu Pai Dançando a se recuperarem. Lá nós fazemos processos de recuperação onde esses indivíduos podem lidar com seu vício em memes de maneira saudável.

Se você quiser e puder contribuir com nossa página, pode dar um like na página. Se tiver um perfil fake, pode dar like com o fake também. Se dar um like for muito, dá uma compartilhada em alguma imagem ou vídeo. Se estiver muito difícil, só sua boa intenção já vale.

Desculpem o incômodo, obrigado pela atenção e tenham um dia abençoado.”

Santos Jo

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Envie seu Meme Discordiano para nossa página no facebook e/ou nosso tumblr através desse endereço

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Publicado por: Dark Night | junho 5, 2015

Mundo de Fnord

sobre o Fnord que nos rodeia… Falar de um assunto tão delicado quanto uma flor de diamante.

Você está diante de um dos maiores livros Fnords da História dessa galáxia!!

Ou talvez nao…

A questão é que você vai ou não entrar num mundo de crônicas paralelas… As crônicas de Fnord!

Mundo de Fnord: e suas crônicas

Publicado por: Dark Night | maio 25, 2015

SOBRE DISCORDIANISMO

What is Discordianism?

Muito se discute sobre a mais confusa das religiões. Alguns ousaram tentar defini-la, mas falharam! O que estou tentando fazer? Não sei.

Discordianismo não é sobre anarquismo, queda de governo ou sei lá o que… Não é a destruição da sociedade. É sobre a criação, imaginação, formas livres de pensar, liberdade espiritual, mental e de expressão.

Discordianismo visa contrastar com a ordem e caos. O universo é naturalmente caótico e ir contra ele é colocar ordem num sistema. Em termodinâmica conhecemos isso como entropia.

O sagrado CAO segundo algum discordiano é mais que a relação entre caos e ordem. E a analogia entre o lado direito e esquerdo do cérebro. O lado esquerdo é mais sério, lógico, ordeiro. O lado direito é mais irracional, simbólico, imaginativo, criativo. O direito é o caos e o exercício do hemisfério direito é o trabalho de um discordiano.

O discordianismo é uma filosofia que não enxerga coisas engraçadas com seriedade. É justamente o contrário: observam coisas sérias de forma engraçada.

O discordianismo para alguns é uma religião em forma de piada. Não encare isso como uma piada. Discordianismo é uma piada engraçada. Mas é séria. Mas é engraçada. A seriedade confusa. Quando você está confuso ao máximo seu sistema força-lhe a rir para que você libere o stress… O riso é isso!

Discordianismo é o elo que faltava para a liberdade espiritual, mental e expressiva. Faça o que tu quiser!

 

Publicado por: Dark Night | abril 1, 2015

NOTA Sociedade Fnordiana Discordiana

Nota

 

P.S.: “Um erro de concordância é nada mais do que um acerto de discordância” – Papa Duubhglas

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No princípio havia o NADA e o NADA era tudo que havia. Então, de um modo misterioso e secreto, houve o princípio de uma VONTADE e uma CONSCIÊNCIA surgiu dentre o MAR DE NADA.

Esta consciência após surgir foi se DENSIFICANDO e acabou por EXISTIR “NONADA“. E ESTAVA SÓ. E TINHA PODERES ALI. Um deles era fazer o que quisesse com a força de seu pensamento. Podia também se mover em qualquer velocidade dentro “DONADA“.

É bom observar que com o seu surgimento em forma densa, o nada ganhou uma divisão de planos: Havia agora um chão que o ser, densificado, pisava.

Após um certo MOMENTO, A FORÇA desta CONSCIÊNCIA parou para OBSERVAR algo que SURGIU também “NONADA”: UM CUBO, pairando no ar, acima do nível do chão. O SER ficou ENCANTADO com o CUBO. E DECIDIU ENTRAR NELE. Ao simplesmente QUERER entrar no cubo, já se viu dentro, pois o seu pensamento era pura ação.

Ao Entrar no cubo, o ser notou que estava num ponto mediano do mesmo, suspenso apenas por uma placa de metal, do tamanho de um piso, que calçava seus pés, suspensos em altura mediana, dentro do cubo. O ser olhou para trás e viu que havia uma porta fechada em suas costas. Após observar a porta e a placa que dava para ele chão dentro do cubo, olhou para frente e viu uma outra porta, exatamente na extremidade oposta de onde estava. Ao ver essa porta, instintivamente o ser pensou: “É lá que devo chegar”.

O Cubo estava totalmente vazio, com excessão apenas destes elementos citados anteriormente. O ambiente se parecia com ar-condicionado, bem limpo e sereno. O ser notou que dentro do cubo, havia perdido todos os seus poderes que tinha quando habitava o nada.

Uma PONTE começou a se formar de placas de metal, placa por placa, abrindo o caminho de uma PORTA À OUTRA, que por lógica, se aberta, faria com que o ser voltasse ao nada e recuperasse seus poderes. Ao ver a ponte totalmente formada dentro do cubo, em altura mediana, o ser começou a andar rumo à outra porta.

No meio do caminho, o cubo EXPLODIU EM CHAMAS. Houve uma explosão repentina e tudo dentro do cubo começou a pegar FOGO. O ser se assustou com a explosão e ao olhar para trás, percebeu que a ponte se dissolvia no fogo, placa por placa, sendo destruída pouco a pouco. O ser se espantou. Começou a correr rumo à porta.

Quando estava chegando na porta, a ponte se dissolveu completamente e ele caiu no abismo de chamas que havia se formado dentro do cubo.

Uma CRUZ DE BRONZE foi erguida com o ser CRUCIFICADO. Então tudo ficava NEGRO, como quando alguém fecha os olhos e o mundo some. Logo após o período no escuro total e completo, TUDO COMEÇAVA NOVAMENTE DO MESMO JEITO ANTERIOR. Essa história se repete SETE VEZES.

Continua aqui

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HihiSlackronedianos Aanidi Freaks Mutantes, uni-vos!

E você perguntaria: “por que eu faria isso?”

E eu respondo: “boa pergunta”

e emendo com outra pergunta: “por que não?”

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Companheiros, desde o fim da presença potente do Macaco Tião, a representatividade política brasileira desfalece. Não se iludam! A falência é internacional. As estratégias da contracultura ficaram água abaixo e o movimento esquerdista se aliou ao Caracinza, inimigo declarado no Princípia Discórdia, se aliando aos alicerces que visava destruir.

Com a finalidade expressa de fazer piada em forma de política e política em forma de piada, de atravessar o groucho-marxismo e situar-se junto ao anarquismo zen-discordiano, eis que tomou forma em 02 de outubro de 2005 o P.I.P.A.: Partido Internacional Parrachiano A(Narco)ZenDiscordiano.

O PIPA iniciou sua atuação política com as des-candidaturas de Timóteo Pinto, Fernando Rivelino, Geo Abreu, vereadora Pagu e Madame Lily. Com distintos mandados e planos de desgoverno, os excelentíssimos membros do PIPA, defenderam da infantocracia até a sexualidade radical da terceira idade. Contra um mundo regulado pela ordem, o delírio e a insubmissão pueril. O sexo e não a sexualidade. As multiplas realidades e não o haldol!

Ativistas do multiverso e adeptos da transliteração: Filiem-se ao P.I.P.A.! ::: O Partido da Hermenêutica Delirante

A filiação é gratuita e o amor universal.

A PIPA VAI VOAR!

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Aaní ::: Caos Mimetizado :::

por Zoenous (zoenousarrobayahoo.com.br)

O quê?

Aaní é uma palavra de origem Tupi, que significa “Não, Nada”. É equivalente à palavra grega Xáos (Caos), de mesmo significado. O conceito de Caos foi corrompido pelo tempo e pela ignorância, pelo moralismo e pela resposta que a “Realidade Consensual” deu a movimentos como o Anarquismo de Bakunin, transformando este conceito em sinônimo de “desordem”. Hoje, sabe-se através da Ciência Quântica que o Caos não é desordem, baderna ou arruaça, mas refere-se à impreditabilidade do espaço vazio primordial. Caos, Aaní, não pode ser definido, pois fazê-lo seria negá-lo. Entretanto, o mais próximo que podemos chegar de sua equivalência abstrata é considerá-lo como sendo a vastidão interminável de possibilidades que permeia o Cosmos. Nós estamos, inegavelmente, dentro desta “qualquer coisa em potencial” e ela está dentro de nós.

O objetivo desse Movimento, Projeto, Aglomeração, Reduto, Façanha, Acepção Ruim, ou qualquer outra palavra que possa definir essa coisa que achamos por bem nomear Aaní é justamente explorar, difundir, criar, destruir e re-criar estes conceitos e aplicá-los nas áreas das Artes Plásticas, Literatura, Música, Jornalismo, Tecnologia da Informação, Sociologia, Antropologia, Psicologia, Mitologia, Expressão Religiosa e outros campos que possam surgir no meio do caminho.

Para quê?

Para quê Alexandre, O Grande, saiu globalizando a Macedônia, o Oriente Médio e o Mundo de sua época? Para quê as Feministas se organizaram no final do século passado visando direitos iguais aos dos homens? Para quê Aleister Crowley revolucionou a cena ocultista da Inglaterra e do resto do Ocidente no início do século XX? Para quê derrubaram a Ditadura? Para quê tiraram o Collor? Para quê puseram o Lula? Para quê vão tirar o Lula? Para quê foram criados o Rock n’ Roll, o movimento Punk e o Hip Hop? Para quê o Dadaísmo, os Beats, a Generation Jones, os Kings Mob, os Góticos, neo-Góticos, Clubbers, Cybers, Caoístas, Discordianistas, Grungers, Head-bangers, Backpackers (hitchhickers, mochileiros), Body Modificators (tatuagem, piercing, cirurgia cosmética, implantes), Freegans, Vegans, Greens, Wiccanos, Seiðmaðr e Völva (Asatrüar, Seiðr, neo-Paganismo Nórdico), New Agers, Geeks, Freaks, Ravers, Graffiti, Pachucos, Nerds, Otherkins (Vampiros, Lobisomens e antropomorfos), Thelemitas, Ateístas e todas as outras subculturas? Pra quê? Responda a estas perguntas e esta será a resposta de “Para quê um movimento como o Aaní?”

Por que?

Porque o ser humano muda. E se esta mudança demora a sair naturalmente, ela pode ser provocada. Muitas pessoas reclamam da violência, do descaso com o meio ambiente, da falta de liberdade, da libertinagem alheia, da corrupção do governo, da apatia da arte contemporânea, da falta de oportunidade, da elitização econômica do conhecimento e da informação, e não conseguem nem podem fazer nada sozinhos. Porque a Política, a Moral, a Ética, a escala de Liberdade, a Justiça, a Crença, a Aceitação ou Rejeição de idéias e ideais de um povo, são todas determinadas pela sua Cultura Dominante. É impossível, ou pelo menos muito difícil, conseguir que estes resultados (Política, Crença, etc.) de processos culturais sintetizados sejam alterados, sem antes alterar base estrutural destes processos, ou seja: A Cultura.

É ela que determina e regula o comportamento, o vestuário, a expressão artística, a religião, as leis, a forma de governo, a produção e transmissão (ou bloqueio) da informação, o que pode e o que não pode. À medida que estas Culturas Dominantes, com o tempo, passam a aceitar melhor as cenas de nudez no cinema; a linguagem explícita em público; permitir que mulheres votem, dirijam e trabalhem; que os homossexuais troquem carícias em público; que uma menina de quinze anos espalhe que é bruxa sem ser queimada; que pessoas se tatuem, coloquem piercings e silicone na testa; que homens se maquiem; que top models engravidem de jogadores de futebol, ou de um rock star, para fatiar sua fortuna e serem convidadas a apresentar programas de TV; E outros tabús vão sendo quebrados, os movimentos de contracultura, originados por subculturas, vão sendo absorvidos por essas Culturas Dominantes, permitindo que novas subculturas surjam para substituir suas precursoras. Até que, um dia, estas subculturas (agora parte da Cultura Dominante) se tornem obsoletas e sejam alteradas pelo mesmo processo que recomeça. O Aaní existe porque sabe que, e quer que, cedo ou tarde, estas subculturas se hibridizem e se permitam trocar informações, expandir sua atuação e aceitação, para que novas subculturas apareçam.

Como?

Através dos memes. Meme é um termo, cunhado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller “O Gene Egoísta”, que é para a memória o análogo do gene na genética: a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica (é transmitida) de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada, e outros locais de armazenamento ou cérebros. O meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode, de alguma forma, auto-propagar-se. Podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, gírias, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autônoma. O que determina a sua auto-propagação é a facilidade com que é absorvido e propagado, bem como sua habilidade de transmutar.

Exemplos claros de memes são Celulares, Mp3 Players, I-Pods, I-Phones, Tamagoshis (Lembra? Rs), Grampeadores, Slogans Publicitários, Refrões de música ruim (que não saem da cabeça), ou Jingles de Comercial (Dolly, Dolly Guaraná, Dolly), Mulher com pouca roupa em comercial de cerveja, “56, meu nome é Enéas” e “Lula-lá”, “Deus é Grande” e “Jesus é Fiel”, “Vuco-vuco”, “Merry Meet, Merry Part and Merry Meet Again”, “Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei”, “Nada é Verdadeiro, Tudo é Permitido”, Piadas, Provérbios e Aforismos, Metáforas, Fórmulas para decorar a tabela periódica e equações físicas em Cursinhos Pré-vestibulares, marcas e estilos de roupas, Paródias, Trocadilhos, Frases de duplo sentido, Colocar A Primeira Letra de Cada Palavra em Maiúscula para Denotar Importância, TRAVAR O CAPS LOCK PARA GRITAR COM LETRAS, spam, lixo eletrônico, forward de Power Point, Livros, imã de geladeira, canções de ninar, et cetera. Fenômenos como o Orkut, My space, Yahoo Grupos, Skype, Wikis, Subculturas, Religiões, Teorias Políticas, Lan Houses e Danceterias são chamados memeplexos (conjuntos, complexos de memes). O conceito do Memeplexo é semelhante ao do Paradigma, forjado por Thomas Kuhn e colocado em prática por Peter Carroll. A singular diferença entre Paradigma e Memeplexo é que, enquanto o primeiro pode ser criado por um indivíduo sem nunca ser transmitido, o segundo carece da transmissão.

O estudo dos modelos evolutivos da transferência de informação é conhecido como memética. Esses modelos evolutivos sofrem variações, em que uma idéia ou meme muda conforme é transferido de uma pessoa para outra. Poucos memes mostram uma forte Inércia Memética (que seria a característica do meme de ser expressado do mesmo jeito, e de ter o mesmo impacto, independentemente de quem esteja recebendo ou transmitindo a idéia, e permanecer na memória de seu propagador). A variação memética cresce quando o meme é transmitido de uma maneira descuidada com a expressão da idéia, enquanto a inércia memética é fortalecida quando a forma de expressão rima ou usa outros dispositivos mnemônicos para preservar a memória do meme antes de sua transmissão.

Uma mnemônica é um auxiliar de memória. São, tipicamente, verbais, e utilizados para memorizar listas ou fórmulas, e baseiam-se em formas simples de memorizar maiores construções, baseados no princípio de que a mente humana tem mais facilidade de memorizar dados quando estes são associados a informação pessoal, espacial ou de caráter relativamente importante, do que dados organizados de forma não sugestiva (para o indivíduo) ou sem significado aparente. Porém, estas seqüências têm que fazer algum sentido, ou serão igualmente difíceis de memorizar (por exemplo, usar os ossos dos punhos cerrados para lembrar qual mês contém 30 ou 31 dias – ossos são 31, vãos entre eles são 30). Produzir e controlar a forma de um meme, sua propagação e interação com outros memes e memeplexos é produzir níveis de alteração da realidade e, com certas limitações, controlá-la.

Quem?

Estão convidados a participar e se auto-intitular Aanidi (tupi com plural em latim, para evitar o trocadilho com Aanitas e “Presença de Anita” – se bem que, informando o motivo, já fodeu tudo), Aanidum no singular, todos aqueles que integram subculturas, ou nenhuma delas, mas rejeitam a Cultura Dominante.

São eles: Caoístas (chaotes, caos magistas, rabanetes, zees etc.); Cybers; Artistas incompreendidos; Atores alternativos; Jornalistas sem hobby; Bandas não comerciais; DJs; GLS; Afrocentristas; Feministas; Dadaístas; Beatniks; neo-Góticos; neo-Hippies; Neuromantes; Psiconautas; Discordianistas; Body Modificators (tatuados e tatuadores, piercers e piercingados, cirurgia cosmética, implantes); Vegans; Wiccanos; neo-Pagãos em geral; New Agers; Geeks; Freaks; Ravers; Graffiteiros; Nerds; Otherkins (Demônios, Vampiros, Lobisomens e antropomorfos); Thelemitas; Zos Kia Cultistas; Ateístas; Agnósticos; Henoteístas; Suiteístas; Magos independentes; Spammers; Cegos, Surdos e Mudos; Publicitários Falidos (exceto Marcos Valério e Duda Mendonça); Macumbeiros; Ciganos; Índios; Brancos; Não-tão-brancos; Negros; Pardos; MSC (Movimento sem Cor); Roxos sem quota em faculdade; Tantristas; Cabal… não, cabalistas não; Proletariados; Místicos não-ortodoxos; Hindús; Pragmatas; Straight Edges; neo-Punks; BDSM (Bondage/Disciplina, Dominação/Submissão, Sado/Masoquismo) Green pacifistas; Nudistas; Urbanóides; Portadores de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC); Bichos-estranhos; et cetera, et cetera, et cetera. Se você não está supracitado, mas se considera minoria, significa que você é mais minoria ainda, e que isso é muito bom.

Toda crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças são igualmente idiotas. Se você não enxerga isso, significa que é preconceituoso. Ou Cabalista. Deixa pra lá esse negócio de Cabalista. A questão é que as diferenças podem (e deveriam) ser respeitadas, toleradas e, inclusive, louvadas. Além disso, se você se deixa ofender por uma crítica à sua crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças, significa que essa crítica de tamanho ridículo é maior que você. Identificação é necessária, sim, mas um baixíssimo nível de identificação é o suficiente para criar uma convivência caótico-pacífica-interessante. Nenhuma crença, cultura, preferência política, preferência sexual, estilo de vida, e diferenças de traços que chamam de raças são melhores do que outras. Quando isso for percebido por 1/3 da população mundial, teremos 1/3 dos Deuses na Terra.

Ø

Projeto Sái do Chão!

Organização das Mutações Unidas – Organizando para DesOrganizar a sua cabeça

Fórum

“Em um nível pessoal, Freaking Out é um processo pelo qual um indivíduo se livra de padrões obsoletos e restritivos de pensamento, moda e etiqueta social de modo a expressar criativamente seu relacionamento com o ambiente próximo e a estrutura social como um todo. (…) Em um nível coletivo, quando qualquer número de ‘Freaks’ se reunir e se expressar criativamente por intermédio de música ou dança, (…) chama-se a isso de freak out. Os participantes, já emancipados de nossa escravidão social nacional, vestidos com seu traje mais inspirado, realizam, como grupo, qualquer potencial que tenham para livre expressão. Nós gostariamos de encorajar qualquer um que ouça essa musica a se juntar a nós (…) Tornar-se membro das Mutações Unidas (…) Freak Out!”

Frank Zappa, 1966.

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Compilação de Cultura Freak:

Literatura Freak

Música Freak

Rádio-K-óti-K

Cinema Freak

TV Freak

Religião Freak

blog Religiões Livres

Política Freak

Partido Interestelar Parrachiano Anarcozendiscordiano

Groucho-Marxismo

Filosofia Freak

Manifesto da Filosofia Bozo

Web Freak

LinKaonia

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Para mais (des)situações meta-multicabalenses seguem alguns ingredientismos presentes nessa Sopa Delirante Dentro do Cubo das Cabalas da F.A.P.A.:

absurdismo, discordianismo, concordianismo, parrachianismo, realismo, surrealismo, delirismo, erotismo, larismo, delarismo, qualquercoisaismo

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Se não for apetecido por nenhum deles, crie sua religião e/ou filosofia agora mesmo e apoie a Fundação Neologismos Para Um Mundo Mais Bonito!

Ainda não se sente inspirado? Então segue alguns exemplos de alguns delírios que estamos delirando e outros que encontramos por aí:

Delírio nas Redes Sociais

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tudismocroned arte e fnord network ::: Mergulhe na Confusão, Peixe!:

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Outros Delírios, Meta-Fnords e Mapas Hiper-Surrealistas:

Portal da Discórdia MultiCabalense

…..

Aaní ::: Caos Mimetizado

….

Deliberações, Projetos e ConsPirações do P.I.P.A.

Dentro do Cubo

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Entre na LinKaonia

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Le Fórum Absurd

Hipno-Campus Parrachiano

Astro Miau da Discórdia e do Atum

Collegivm Pataphysicvm

:

Em Pop e Impop:

Pós-Música: DVD de grátis de um show ao vivo da Macedusss e As Desajustados Bando

Rádio K-óti-K – só as menos tocadas. ou não

Multi-Mixes e Mashups

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Em Miscelânea e Etcétera:

Dionisismo

Psicologia Arquetípica

:::

em qualquercoisaismo:

As Sagradas Escrituras do Delariantismo

::: MultiCabala Discordiana Subgeniana Bela-Parrachiana Hihicronediana DeLariantiana dos Shimonianos Metamorfoseanos Ambulantes Muito Confusos :::

Semeai a Biblioteca, a Videoteca, a Galeria e as outras partes do Portal MultiCabalense

:::

Contribua aqui (sem edição – ou quase isso – só não vale Repolhices): https://www.facebook.com/multicabala (pra ficar bonito use um link, ou um vídeo, ou uma imagem no post)

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Outras MultiCabalas de delArismo Slackronediano

conjunto de pluri-comunidades para facilitar a criação e destruição de delírios de variável prazo de validade.

– participe do blog tudismocroned. mande seu email para minimalista(arroba)gmail(ponto)com

Invada e bagunçe nosso grupo no Facebook

– Faça sua própria MultiCabala e divulgue aqui e/ou aqui

– Divulgue sua(seu) notícia, imagem, música, filme, vídeo, pintura, ilustração, texto, ensaio, escultura, foto, livro, fnord, blog, feed, página, perfil, site, link (seu ou de outrem), qualquercoisa esquisita (ou não) aanidum `patafísica bulldada pop experimental mainstream underground com foto 23X5 ou outro tamanho fnord aqui, e/ou aqui, e/ou aqui, e/ou aqui, e/ou aqui, e/ou aqui e/ou aqui 

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Publicado por: Dark Night | julho 23, 2015

A DOENTIA MENTE

 

Em primeira visão, os loucos e insanos Discordianos parecem ter uma mente doentia. Veja, bem… Quem é o doente? Ser normal é apenas um conceito baseado no padrão social. Doente é a minha tia que deu pro meu tio…

Na verdade o doente é o que carrega uma patologia e de certa forma todos têm uma mente doentia, uns mais, outros menos. Aquele que consegue conviver com sua própria doença esconde a sua doença, até ir em um psiquiatra.

O comportamento discordiano gera uma série de pré-conceitos e medos nas pessoas mundanas porque essas se escondem de baixo do véu da alienação. Sim! Eles assistem da novela aos programas da tarde em uma TV aberta. Quem é o doente agora?

Por vezes levado como louco por ter uma imaginação fora do comum, não possui o bom senso. Talvez seja esse o desafio maior para aqueles que buscaram a iluminação no humor e viagem mental (psiconautas?).

Pense… Desencadear uma série de pensamentos em um texto que aparentemente não tem sentido é a arte daqueles que são “doentes”. Esses são os gênios que usam mais de sua capacidade mental.

A pornografia é doentia, porque é tabu… Ninguém assistiu filmes pornôs nas ruas em público porque ninguém é louco… Logo o louco é aquele que “Não” sabe o que são regras sociais, aquelas que são criadas e adotadas coletivamente. Os que não fazem sabem que podem sofrer injúrias.

Por mais que tentamos explicar que um pensamento desenfreado pode gerar soluções espontâneas, é difícil chegar a um consenso comum de ideias. Sem provas científicas isso é apenas argumento, e como eu não dou bola… Está tudo certo para mim.

O medo é uma doença enraizada nas mentes! A mente mente pensando que é verdade. Ilusões criadas para satisfazer o ego. Todos possuem medos, então você também é doente mental! Se você gosta da cor azul, também é! O medo, a exaltação, o impulso, a raiva, problemas de nervos são todas anomalias e aberrações que são colocadas (ou nascem) dentro do cérebro que é feito de matéria que pode ser defeituoso.

No entanto por apenas pensar diferente e conseguir padrões em lugares onde as pessoas comuns de Q.I 50 não conseguem enxergar e ser taxado de louco e doente… Isso é lamentável. A sociedade sempre foi rodeada de medo e conceitos errados e querem acabar com a desigualdade social.

A palavra final é  que em FNORD vivemos e viveremos para encontrar o pônei cor de rosa que morreu no buraco de onde explodiu uma dinamite da segunda guerra mundial.

Agora tenho que ir porque a raposa está roçando no meu pescoço e preciso encilhar a égua no mato perto da grota!

Adeus!!

 

FNORD

Publicado por: Dark Night | julho 20, 2015

TÁBUA DE ARGILA

Sobre essa tábua o que se sabe é que foi quebrada e alguns fragmentos foram recuperados. St Gulik escreveu essa tábua antes de Hermes obter o diamante para riscar a esmeralda. Antes que o Homem obtivesse o aço. Não conseguimos decifrar sua mensagem e por isso a dispusemos aqui para você interpretar como você quiser!

  1. Ó Homem de dedos. As unhas sujas representa sua alma.
  2. Cada cabeça um piolho para incomodar.
  3. Engula aquilo que foi dado à você.
  4. Siga em frente, por que voltar é morrer.
  5. Uma folha não existe até que você a faça!
  6. A liberdade está nas unhas de Apocapófoles.
  7. Uma semente nunca germina sem ser molhada.
  8. Suco de limão é azedo e disso faremos o caos se for preciso.
  9. Não ouça o Universo, ele é mudo. Ele não fala, ele age.

Quero que você brilhe muito no Corinthians.

Retirado daqui

Publicado por: timoteopinto | julho 17, 2015

DISCORDIANOS

Publicado originalmente em Error23:

Que absurdo!

Sério… Eike Batista!

De onde vieram? Como vivem? Quem são? Discordianos peidam? Defecam? Por onde andam? Essas perguntas e outras, além dessas, não serão respondidas aqui.

Discordianos vieram de Netuno, ou de Plutão. Alguns dizem que vieram de Jupiter, mas os Discordianólogos mais experientes alertam na possibilidade do talvez, que diz respeito a qualquer ideia ou hipótese hipotética, que discordianos vieram do mar, iguais aos Homo Sapiens… Ou mulheres Sapiens.

A desavença mais apropriada no momento é que ninguém sabe de nada.

Alguns inscritos recentes de antigamente descrevem-nos como pessoas altamente qualificadas na arte do Fnord. Essa habilidade adquirida quando nascem depois que a enfermeira injeta glicerina no sangue da criança recém-nascida. A Deusa Éris também tem um dedo de culpa nesse dom. Ou doom!

Discordianos vem dominando o mundo desde o princípio. Esse princípio descreve as leis da física quântica. Alguns físicos famosos, como o Isaac Newton…

Ver original 112 mais palavras

Um tratado erisiano acerca das verdades e dos bons costumes. Ou como encontrei o vazio e o que eu fiz com ele.

por GabiLularim

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Sobre elA:

Antes de tudo devo informar que na minha religião deus é mulher e se chama Èris. Por isso a chamam por pronomes femininos e se cuida pra não mijar na tampa do vaso. Você terá que adaptar o texto as suas noções de certo e errado, quando eu escrever, por exemplo, “A deusa”, você provavelmente, segundo os conceitos judaicos cristãos ocidentais pós-modernos, poderá entender “O Deus”. Há diversas outras adaptações necessárias, mas todas similares e igualmente fáceis.

Isso nos leva ao primeiro teste da proposição: Se deus é uma mulher e estamos errados, então deus não é uma mulher. Valeria à pena continuar chamando ele de fêmea?
Eu penso que a questão é muito pessoal e não podemos pressionar. Quando ele/a resolver sair do armário e levar esse assunto a público não restará incertezas.

Chamar deus(a) de mãe é mais apropriado, as metáforas se casam. E esse ‘deslize’ seria esperado e certamente perdoado. Quem gera o próximo em seu ventre é o feminino, é quem cuida da nutrição, do desenvolvimento, quem acolhe. A mulher está para o indivíduo assim como deus(a) está para a humanidade. O resto deve ser inventisse de quem veio de chocadeira, seria natural e espontâneo entender deus(a) como elA.

Mesmo se estiver errado, faço com respeito e por carinho. Dizer diferente seria trair o que sinto. Todos temos umbigo, isso é das verdades mais onipresentes e cutucáveis, é o vínculo que nos trouxe do ‘mundo-antes-de-nós’, nossa origem.

Verdade, nos é dado ver:

Estar errado é um ótimo exercício da nossa deusa. Algumas das nossas leis são absurdas e contraditórias!

Às vezes estamos com tanta firmeza que nem desconfiamos do óbvio, essas convicções ficam rígidas e nos limitam. Outras vezes até machucam.
A certeza é uma ilusão pra se diluir a insegurança, emborca num desejo de controle e providencia uma autoridade. Este medo é compreensível, provém da aflição e do desconsolo.

Reservamos as terças, as quintas pra estarmos errados. A segundas e domingos pra estarmos redondamente errados e as sextas e quartas para termos dúvidas sinceras. Isto evita que acreditemos no nosso ponto de vista e não consigamos mudar. Estar convicto parece um veneno, demonstra ferrugem nas dobradiças.

É um alongamento mental, mantêm a jovialidade, um jogo de estica, puxa e torce pra descobrir frestas. Por exemplo, o nome de um sumo pontífice rupestre hindu pode ser traduzido aproximadamente por: “Todas as afirmações são verdadeiras em algum sentido, falsas em outro sentido, sem sentido em alguns sentidos, verdadeiro e falso em outros sentidos, falsas e absurdas em outros sentidos e verdadeiras e falsas e absurdas em alguns sentidos”. Todas as informações sobre a vida desse sacerdote foram perdidas ou foram inventadas.

Não temos o delírio de estarmos certos, não precisamos e não buscamos isto. O papel de juiz não é o nosso e percebemos que não controlamos as interpretações que algo pode deter. Depositar confiança nisso ou daquilo é ignorar seu poder de silêncio e as mil faces secretas sob a face neutra.

Pense no grafite borrifado na superfície pra evidenciar as impressões digitais, ou nos rabiscos à lápis sobre uma folha branca pra enxergar algum decalque. ‘Verdades’ são esses grãos sólidos depositados numa forma amorfa pra contornar e expressar relevos que estavam latentes. São artefatos lógicos que servem para dar perfil aos buracos que estavam camuflados.

Escolhermos qual verdade é mais util. O objetivo não é estar certo! E estar ‘certo’ frequentemente cria a vontade de que o outro esteja ‘errado’, parece um equívoco que duas verdades sejam verdadeiras e sejam mutuamente contraditórias. Reservamos os sábados para isto.

Alguns de nós estão ocasionalmente certos, mas não significa que alguém se importe.

E agora José?:

A Sociedade Discordiana não tem definição. O escritório geral para assuntos miúdos é pra fazer, não pra explicar. Logo nas primeiras páginas do nosso livro sagrado há o Manual Prático para Dissidência e Autonomia, com todos os sacramentos necessários para oficializar um novo evangélio e como se registrar formalmente como um Papa. Seguir as regras não é estritamente necessário, o importante é conversar diretamente com a deusa (usamos a glândula pineal para esta função), ela sempre enfatiza nossa liberdade e abastece nossa potência.

Há um conceito reincidente que é conhecido como “FNORD”, mas tão pouco ele é definido em qualquer lugar. As técnicas erisianas buscam gerar e aprimorar fnords, são armadilhas engatilhadas na trajetória específica de alguma verdade, tencionam engasgar a compreensão tradicional e libertar para novas formas. Não dá pra definir justamente porque ele é um defeito no que define. É um drible no carma daquele conhecimento.
Essa indeterminação é o que faz as estratégias sobreviverem como válidas e funcionais. Ou seja, podemos estar certos ou errados, de qualquer forma nossos fnordes fnordeiam, nosso foco se expande e assimila o contexto.

Não fazemos isso por afronta atrevida ou necessidade de sucesso, simplesmente não estamos tão viciados naquelas diretrizes a ponto de não enxergar texturas e malhas que a verdade específica ignora. A prática erisiana justamente hipertrofia esse reconhecimento de padrões e desvios de toda multiplicidade relacionada.
A Ordem existe e nela em si não há nada de errado. A questão é quando ela se torna dura e exige se separar do Caos, vinga-se uma espécie de alienação que entorpece uns do resto.
Porém o estático definha e perece na dinâmica e a sua renovação é um auto-suplício. É uma lei de entropia que a “imposição da ordem implica no crescimento maior da desordem total”, chamamos isso de badtrip dos caracinzas.

A primeira evidência da ordem exagerada é a perda do humor. Não conseguimos definir seriamente humor, mas é um senso comum que tem alguma coisa a ver com alegria e risada, talvez mais com graça que com risada. Também há momentos de humor nada cômicos em que estamos todos sérios, estes a gente não entende mesmo e já desistimos de explicar.
Alguns dizem que humor é o que se sucede após um fnord, o átimo do imprevisto quando a consciência troca o tênis. Mas isso é muito genérico uma vez que fnord também não dá pra definir ou classificar, nem dá pra localizar.
De qualquer forma o humor vale à pena mesmo quando estamos errados. Arrisco a dizer até que as gargalhadas são mais estrondosas precisamente quando descobrimos que estamos errados, e quando rimos com os outros de algo que nos une e compartilhamos.

Então fazemos fnordes pra atravessar e implodir com humor a Ordem. Não olhe isto pelo viés terrorista, nossa deusa é uma criadora exímia, muito fecunda. O substrato se renova fértil, os signos rodopiam numa ênfase de se recriar. Um redemunho no meio da rua. A Ordem descasca e o Caos brota, a vida se renova desejando mais humor, mais energia e a inovação se retroalimenta.

Vemos que os discursos sobre algumas verdades atormentam, as vezes nos separam dos outros e de nós mesmos. Nossos desejos seriam a propulsão para criar e encontrar, mas muitas vezes são estigmatizados. Dogmas cravam muros tentando fazer pontes e a força do concreto as mantém por gerações. Fnords são as rachaduras.

O discordianismo é o riso de tudo que é sagrado, o que for oco vai ruir, o que tiver vida vai responder com outra risada alegre. A deusa mora em cada um de nós e nos empresta sua força criativa, cada um tem seu charme e seu cheiro, de cada um nasce uma cor diferente, o fluxo se mistura, reage, aflora. O empenho erisiano está em resgatar os embotados, aqueles que se prenderam e deixaram de exalar. Está em multiplicar as conexões e sintonizar a rima e a dança.

Publicado por: Dark Night | julho 9, 2015

RESPIRAÇÃO ELEMENTAL

Quando se fala em magia vem em uma mente leiga algo semelhante a necromancia e rituais de goetia. Isso é porque virou folclore e se popularizou esse tipo de magia. Porém há um sistema mais prático e de mais intimidade com o cosmo: Hermetismo.

Os elementos são símbolos clássicos. Fogo, água, ar e terra está inserido tanto na magia como todo assim como na wicca entre outras. Os elementos são tratadas de forma especial no hermetismo, pois basicamente tudo é feito com base nesses elementos.

Para dominar uma habilidade requer do mago o controle dos elementos. Um exercício trazido por Franz Bardon é a respiração dos elementos. O exercício basicamente consiste em imaginar o seu corpo sendo preenchido pelo elemento correspondente.

É aconselhado a fazer uma atividade de cada vez. Executar com cada elemento separadamente. Esse exercício demanda tempo até que o praticante consiga por em movimento a energia dos elementos.

Cada tipo de elemento tem suas propriedades e característica:

Fogo: enérgico, elétrico, quente, força, criação,  impulso…

Água: passivo, molhado, frio, magnético, vida…

Ar: leve, morno, racional, equilibrado…

Terra: pesada, denso, força, sólida…

Uma habilidade que tem característica ligada ao elemento fogo, por exemplo, pode ser adquirido com o domínio do elemento.

Sentado, ou em posição de asana, imagina-te em um universo do elemento escolhido. Inspire o elemento em você, se for com fogo, absorva o elemento e depois expila. Imagina o calor. Se for com água, sinta o frio, se for com ar, a leveza; se for com a terra, o pesado.

A respiração dos elementos equilibrará as energias internas, levando-o ao equilíbrio.

O domínio do fogo lhe permite dominar o agente elétrico e a água o agente magnético. O elétrico por convenção é ativo e o magnético, passivo. Há formas de energização utilizando os dois conceitos. O ativo procura o passivo para gerar uma união. A trindade hermética.

É indicado que o praticante medite nos conceitos de eletricidade e magnetismo (além que é aprendida na física) no cotidiano.

Dark Night

Publicado por: Dark Night | julho 6, 2015

Anunnaki ed 20

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Publicado por: Dark Night | julho 6, 2015

QUANDO VOCÊ ESTÁ DENTRO

Ok. Agora estou de volta. Ou será que  sempre estive? A questão é que estou aqui. Isso é o que importa para alguns poucos de mim. Mas seria uma necessidade ou uma forma de colocar uma bandeira? O caos se foi? Chega de perguntas e vamos à obra.

Quando se está dentro, o lado de fora é mais divertido. E buscando por minha mente em plumas de discórdia estou apenas delirando. Dizendo nada com nada para ver até onde você chegou. Não é poesia e aposto que você está se cansando.. Sem tempo para ler esta porcaria. O que há de útil aqui? Acho que nada :C

Por mais que o caos possa mudar proporções macroscópicas com microscópicas é muito importante não saber disso. Mas os olhos lacrimejam feito laranja azedas ao som de Pink Floyd.

Não sei.

Busque conhecimento. Fiquei quase dois meses fora e agora que estou dentro de volta posso me ver em um espelho sobre uma montanha em busca do meu Regicídio. A discussão nunca para.

Já pensei em como as coisas lá fora dão certo e aqui dentro não. Por quê? A resposta é mais caótica que imaginei. O coração não fala, apenas sente. O que fala é uma expressão de pura abstratize.

Este texto se classifica em um NonSense. Igual à parada Gay que causou um alvoroço, a diferença é que esse texto está sendo lendo apenas por mosca sem asas.

Não quis ofender você, mas é que ninguém se importa também.

O porquê (ou por quê?) que o discordianismo é quase invisível? Acho que o Fnord é a própria religião discordiana… Ninguém a vê! Mas depois de ve-la, poderia se tornar modinha, igual a tudo que fazem nesse país… É modinha da moda.

A semântica invertida é aquilo que comunica com a mente abstrata. Cavalos rosas são mais formais que homens em paletó? Claro que é escuro!.

E as cópias de músicas de mp3 para vídeo da biblioteca da Igreja?

As cores exalam cheiros com sabores… Mas o lado arranhado do disco é sempre aquele que agradou mais e por isso mais tocado. Cantos são belos quando se tem a referência de algo ruim.

A causa de um discordiano é sempre mais nobre, pois é  algo mais puro e sem motivo… apenas por criar e o Homem está aqui para criar. Fazer a lei em busca de uma criação. Amor é atrair e atrair é a lei em busca da satisfação. Satisfação humana é criar. Criar é a lei!

Se muitos personagens foram criados é porque havia alguma mensagem importante para ser transmitida. Não basta um fnord, tem que haver mais de 23. O número é o tijolo da parede em que estamos presos. A matrix numérica é uma prisão e o discordianismo é uma forma poética de se misturar a essa parede simular a saída desse padrão Universal.

Quando os demais descobrirem que o que o faz feliz é aquilo que o faz sorrir é que o mundo encontrou a salvação. Mas até lá, vamos nos manifestando igual a fantasmas sem corpos até que algum humano nos escute sem ter medo e tentar ir em busca da resposta.

ULTIMO APELO

Se você estiver lendo isso aqui e gostaria de estar dentro também, igual aos Box do Pink Floyd, Black Sabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, entre em contato com a gente. Mande sua contribuição pelo e-mail: discordianismo23@gmail.com e expresse sua matrix deformada. Quem sabe sua voz possua uma tonalidade mais alta.

Publicado por: Dark Night | junho 17, 2015

AMOR DO PONTO DE VISTA MÁGICO

O amor segundo Crowley é a Lei. Ela está sob a Vontade. O amor do ponto de vista mágico é uma essência usada para poder fazer magia. Em um sentido mais profundo, aquilo que fazemos por amor é verdadeiro, a natureza da Vontade.

O amor é um agente de atração. O ódio é de repulsão. No livro “Livro da Loucura” eu expresso essa lei em termos de poesia.

ÓDIO

  1. A lei da repulsão.
  2. Tomai todos àqueles que movem o lado passivo apenas, a punição.
  3. Tentando ser diferente, indo contra todas as forças.
  4. Romper barreiras desnecessárias é querer a autodestruição.
  5. Aquele que odeia sofre, pois está sozinho.
  6. A lei da polaridade expressa os caminhos opostos.
  7. O amor é a atração, o ódio é a repulsão.
  8. O ódio é o buraco negro onde tudo se perde.
  9. O ódio é aquilo que se sente quando não se está na conformidade do desejo egoísta.
  10. Assim como se pode fazer magia com amor, se pode fazer com ódio.

O amor é aquilo que une, o lado ativo que move e rompe inercias. O amor não possui somente um lado positivo. Se alguém ama destruir, isso é amor para ele e será a Verdadeira  natureza da Vontade dele, mas não estamos aqui para discutir o que é certo ou errado para cada indivíduo.

O amor é, talvez, o impulso das macumbas/feitiços de amarrações. Será amor mesmo? Amor em uma maneira abstrata sem o carregamento de conceitos é aquilo  que motiva a uma ação.

O amor é um mestre com um chicote que escraviza almas. Ele é sim perigoso em certos graus. Quem nunca sofreu por “um amor”? Talvez você me responda que ninguém sofre por amor, pois se fosse não sofreria. Existe um tipo de amor, aquele que é unilateral. Essa polarização deformada eu disserto no documento chamado “Livro dos Apaixonados” em que o sofrimento é  oriundo de um força unilateral. Um movimento perdido no vácuo. Uma ação ativa sem o passivo. É como se fosse despejar leite no vácuo, sem uma taça ou recipiente para receber.

O amor escraviza no sentido de prender. Ele é o que atrai e une e as vezes isso é tão forte que o espírito fica colado em algo e  não consegue mais sair. Isso não limita apenas ao amor de um indivíduo para outro, também se reserva à atitudes, comportamentos, objetos e animais. Uma pessoa que ama sua profissão sente amor por aquilo que faz.

O amor é feitiçaria. Uma mulher que encanta um homem sem usar “magia” convencional usa de qualquer forma magia. É algo sutil, muito discreto e as pessoas não se dão conta que todos executam magia o tempo todo. Basta uma intenção e um ato para fazer magia. Magia não é apenas o uso de velas, incenso, recitar conjurações, etc. A conquista no amor é magia. Um indivíduo que se apaixona e vai em busca do indivíduo é um ato de magick. Às vezes eu até penso que seja do gênero de magia negra, pois muitas vezes ocorre sem o consentimento do próprio indivíduo.

O amor é a força que usada para quebrar obstáculos que normalmente não são rompidas. A loucura é a isenção de barreiras e ela está ligada de alguma forma com o amor. Talvez exista um triângulo unindo Amor-Loucura-Ação. Uma ação não existe sem o Amor-Loucura, assim como não existe Amor sem Loucura-Ação.

Para concluir, o amor é um agente que atrai, une, prende podendo escravizar e rompedor de inercia. Ela é aquilo que movimenta o ímpeto inicial de qualquer atitude. É um polo ativo, o seu passivo é o ódio que repulsa qualquer coisa. Todo amor pode ser convertido em ódio assim como todo ódio pode ser convertido em amor, pois ambas são da mesma natureza.

Dark Night

Publicado por: Dark Night | junho 10, 2015

Harpa de Éris

Harpa de Éris possui as canções de Dark Nigth dedicadas a Deusa.

Seu gênero é a mistura do acustico som do violão com a voz gutural do death/black metal.

As canções tiveram uma mudança da lingua que antes era inglês para o “compreensível” português.

Se você ficou interessado de ouvir essas dedicações e outras canções clique aqui e experimente um orgasmo auditivo.

Contraindicado à retardados mentais.

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